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Dor crônica afeta mais de 20% da população

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24/03/2022
3 min. de leitura

Você tem algum desconforto persistente, que não some por um período maior do que três meses? Essa característica pode ser considerada uma dor crônica. Segundo estimativas, esse problema afeta entre 20% e 30% da população mundial e até 40% dos moradores de algumas capitais brasileiras, tornando-se, em muitas situações, o principal problema clínico dos pacientes.

O aumento desse tipo de ocorrência acontece por diversos motivos, em especial o aumento da longevidade. Outros pontos que influenciam são o avanço dos tratamentos para prolongamento da vida de pacientes com doenças terminais e diversos hábitos de vida contemporâneos, como uso de celulares e computadores e o sedentarismo, que causa a obesidade. Além disso, recentemente, as sequelas da COVID-19 também têm mostrado fatores significativos para o surgimento desse problema.

As mulheres são o público mais atingido. Para dores musculoesqueléticas ou reumatológicas e difusas, a prevalência é aumentada conforme o avanço da idade. Já as dores crônicas abdominais; orofaciais, que abrangem boca, face, cabeça e pescoço; e cefaleias são mais frequentes nos adultos e costumam diminuir com o passar do tempo. Fatores psicossociais, ocupacionais, experiências dolorosas prévias e estilo de vida também podem estar diretamente relacionados ao distúrbio.


Como funciona o tratamento para dor crônica?

A abordagem desses quadros exige uma avaliação clínica qualificada. É fundamental a identificação ou exclusão de comorbidades, já que o sintoma pode ser um alerta de alguma condição médica ainda não diagnosticada e que não deve ter uma abordagem exclusivamente focada apenas no desconforto.

Além da identificação e qualificação da dor, é essencial a compreensão das repercussões causadas na vida do paciente, as limitações funcionais impostas por ela e o seu impacto psicoafetivo, para que se estabeleça um plano terapêutico adequado.

“O tratamento é desafiador e deve ser customizado para cada pessoa. Ele pode envolver uma combinação de medidas farmacológicas, não farmacológicas, intervencionistas, abordagem multidisciplinar e suporte para medidas de enfrentamento. Por isso, é muito importante que o paciente se envolva em todo o processo, desde a escolha da melhor alternativa para o seu caso”, explica a médica internista do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus e especialista em dor, Dra. Raffaella Pessetto.

Confira as melhores formas de prevenção e cuidado e evite esse incômodo diário e tão desagradável:

  • Pratique atividade física regular
  • Mantenha uma alimentação saudável
  • Tenha um sono de qualidade
  • Busque o tratamento adequado para condições dolorosas agudas

No espaço Mãe 360°, do Hospital Mãe de Deus, você conta com um Corpo Clínico especializado, com  tecnologia de ponta e a assistência necessária para chegar ao seu diagnóstico e ao tratamento mais adequado para a sua dor. Agende sua consulta pelo (51) 3230 6000 ou pelo Whatsapp (51) 3230 6001.

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