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Qual é a relação entre o veganismo e a indústria dos cosméticos?

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16/11/2021
3 min. de leitura

O Dia Mundial do Veganismo foi celebrado no primeiro dia de novembro. Criada em 1994 por Louise Wallis, então presidente da Sociedade Vegana do Reino Unido, a data serve para conscientizar a população em relação ao consumo de produtos de origem animal.

No Brasil, mais difundida do que o Dia Mundial do Veganismo é a Segunda Sem Carne, campanha que incentiva a população a evitar o consumo de carnes no primeiro dia da semana, o que pode ser uma porta de entrada para adotar o vegetarianismo como dieta permanente.

Mas o veganismo, que é o assunto principal deste post, é diferente do vegetarianismo. Explicamos a seguir.

O que é veganismo?

Veganismo é um estilo de vida em que os praticantes deixam de usufruir de qualquer produto de origem animal e buscam excluir qualquer forma de exploração e crueldade praticada pela sociedade contra os animais.

Já o vegetarianismo é uma dieta na qual a pessoa deixa de consumir qualquer tipo de carne (bovina, suína, de aves, de peixes ou de qualquer outro animal).

Veja que, embora o veganismo também altere a dieta do praticante — excluindo não apenas as carnes, mas qualquer alimento de origem animal, como leite, queijo, ovos e mel —,   não é apenas o cardápio que muda em relação ao vegetarianismo.

O veganismo é mais amplo, pois é um protesto contra a exploração animal. Isso significa que um vegano é contra rodeios e não compra produtos feitos com couro (como bolsas e sapatos) ou gordura animal (sabão), por exemplo.

Por que o veganismo é importante?

Entre os veganos, a grande preocupação é em relação à saúde e ao bem-estar animal. Por isso, o movimento protesta contra formas de exploração que resultam em sofrimento do animal, mesmo que não resultem na sua morte.

Já um vegetariano pode ter parado de comer carne por um outro motivo além do sofrimento dos animais: o modelo de negócio nada sustentável da produção de proteína animal.

A criação de gado confinado, por exemplo, aumenta a emissão de gases do efeito estufa, sem contar que, no Brasil, muitos hectares de floresta nativa são derrubados para se transformar em pastagens.

Ainda mais comum é a derrubada da mata para a criação de lavouras de soja — grande parte da produção é utilizada como ração na indústria da proteína animal mundial.

Veganismo nos cosméticos

Outro alvo dos protestos de veganos é a indústria dos cosméticos, que tem duas possíveis fontes de exploração animal:

Testes em animais

Um cosmético pode ser testado em animais para que se verifique a tolerância de seu organismo à composição do produto, antes que ele seja testado em um humano.

É uma prática que tem sido abolida gradualmente, mas a legislação brasileira não a proíbe — alguns estados, porém, criaram leis para proibi-la.

Composição

A composição de um cosmético pode ter produtos de origem animal, como colágeno (retirado, geralmente, da cartilagem bovina), mel, cera de abelha, leite e glicerina de origem animal.

Panvel Vert: linha de cosméticos veganos

A Panvel Vert é uma linha de produtos da Panvel totalmente vegana, com cosméticos livres de produtos de origem animal e também de parabenos, sulfato, silicone, petróleo e chumbo.

É 100% vegana porque, além de suas fórmulas não possuírem nenhum ingrediente de origem animal, os produtos não são testados em animais.

Além disso, são produtos sustentáveis, com 98,5% de ingredientes naturais em sua composição e embalagens biodegradáveis.

A Panvel Vert ainda é certificada pelo selo eureciclo, que usa a tecnologia para rastrear a cadeia de reciclagem das marcas, certificando-se de que as embalagens adquiridas pelos consumidores sejam de fato recicladas.

Você se preocupa com o bem-estar animal e com a sustentabilidade? Então conheça a linha Panvel Vert!

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